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quinta-feira, 13 de março de 2014

A Lua foi ao Cinema

A lua foi ao cinema, 
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor
que até hoje a lua insiste,
— Amanheça, por favor
A lua foi ao cinema, poema de Paulo Leminski


quarta-feira, 5 de março de 2014

Living in no where...

When I am resting
I close my eyes
I see a big avenue
With so many people 
Walking side by side
They don't talk to each other
They don´t meet no one

and...

I am alone in this avenue
Asking myself
Where I am going

Well... Maybe...
I am going down

Or... or...
I am going up?

Who knows?
I don't...


Where am I?
I am alone in the crowd
This big crowd
That is walking
To nowhere
To the emptiness

Nowhere???
But, nowhere is where I live.

and...

Then I arrive
I lay down on my bed
I close my eyes
I see a big avenue...

With no one
Just no one!!!


Then I wake up
And I look at the window
The big avenue is thirteen floors
Below me, below my feet
With so many people
Walking to the emptiness.


Alexandra Miranda (2008)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Expurgação - Parte IV

Eu estava meio enroscada e abraçada a mim própria tremia no chão frio do polibã mas não sentia frio, apenas tremia de prazer porque os espasmos “pós-orgasmo” ainda abalavam o meu corpo. Ela acariciava e passava delicadamente a mão pelo meu corpo, alisando de forma suave e massajando devagar. Debruçando-se sobre mim beijava os meus ombros, o meu rosto, o meu pescoço e mordia também devagar… recuperando puxei-a e abraçando-a fiz as minhas unhas cravar-se nas suas costas e ela gemeu alto, bem alto no meu ouvido. 
Eu aproveitei esse seu pequeno descontrolo para segurar e abrir bem a sua bundinha e beijei-a com fervor, invadindo a sua boca com a minha língua e chupando com força os seus lábios lindos. Os meus dedos deslizavam por entre as suas nádegas e depois com delicadeza fui tocando e rodeando devagar o seu cuzinho que piscava sem cessar. Ela gemia no meio dos nossos beijos e era tal a nossa vontade que até nos esquecíamos de respirar. Separávamo-nos por fim ofegantes e mergulhávamos então no olhar uma da outra… nesse instante comecei a sentir o seu rebolado em mim e percebi… a minha menina quer brincar. 

Desci então para o seu peito, beijando e lambendo as gotas de água que rolavam e pingavam. Ela ajeitou-se no meu colo, pude com mais liberdade beijar os seus seios lindos, lamber de leve os seus mamilos durinhos e chupar cada um deles sem parar. Enquanto isso, o meu dedo forçava a entrada do seu cuzinho e ela gemia cada vez mais alto… fui descendo o seu tronco até o pousar no chão do polibã e ela arrepiou-se. Eu aproveitei e passei as mãos pelas suas pernas arrepiadas e apertava de leve as suas coxas enquanto beijava a sua barriga linda e tão deliciosa. A minha língua rodeava o seu umbigo e sentia cada vez mais o seu corpo tremer… as suas mãos puxavam os meus cabelos e eu ia dando beijinhos na sua vulva, tocando as suas virilhas com a minha língua e sentia já o seu odor. Que cheiro inebriante, uau…

A minha língua tocou de leve o seu clitóris inchado, ela retorceu-se, eu apertei-a e puxei mais por ela segurando-lhe as pernas. Por esta altura já a lambia sem parar e o seu corpo tremia, tremia e tremia… ela falava coisas sem nexo e toda eu era como uma hera (hedera helix) que a cobria e envolvia. Chupava faminta a sua vagina encharcada e apertava-lhe os seios rodeando os seus mamilos com a ponta dos dedos, larguei os seus seios inchados e desci arranhando o seu corpo lindo enquanto a penetrava com a minha língua, o seu gosto na minha boca era mais que um manjar, era algo maravilhoso e indiscritível.  Eu larguei-a, olhei para o seu corpo prostrado e mole no chão do polibã, e ela mal se mexia, só gemia baixinho com a sua respiração pesada e ofegante. 
Subi beijando e mordiscando a sua pele suave que se arrepiava com os meus toques cada vez mais ousados, ela arranhava a minha pele e apalpava-me tocando e passando as mãos pelo meu corpo nu e escaldante, molhado e suado… o calor era mais que muito mas o nosso prazer era imenso e intenso. Beijei os seus seios, lambi devagar as pequenas gotas de humidade que se formavam e escorriam… chupei com delicadeza os mamilos durinhos e ela entrou em êxtase, cravou as unhas nas minhas costas fazendo-me gemer alto, fui mais afoita e mais ousada nesse momento. Comecei a esfregar com os dedos a sua vagina encharcada, fazendo-os deslizar pela sua rachinha com facilidade pois estava mesmo muito molhada... Com delicadeza fui rodeando o seu clitóris e apertava-o entre os dedos e voltava a descer, até que num movimento mais decidido a penetrei com dois dedos e fui empurrando devagar mas com firmeza. Ela gritou arqueando o corpo, eu aproveitei e fui chupando com vontade os seus mamilos e sentia o seu corpo todo estremecer… 

Eu aumentei o ritmo, sendo mais decidida e forte na penetração, os meus dedos eram apertados pelas contrações da sua vagina que eu fodia como louca… até que ela explodiu num orgasmo poderoso, gritando e gemendo entre tremores e espasmos que abalavam o seu corpo. Eu não parava e ela arranhava as minhas costas, chegava a doer mas eu não parava, adorava ouvir os seus gemidos e o seu descontrolo, a sua respiração ofegante demonstrava que ainda sentia réplicas do orgasmo... Tirei então e de uma vez só os dedos da sua vagina inchada e rapidamente a abocanhei chupando todo o seu mel. Com o deslizar da minha língua pela sua rachinha eu sentia o seu corpo tremer e que ela gemia baixinho… aos poucos ela ia ficando limpinha e também a sua respiração mais calma. Até que ela recuperou a fala e me disse:

- “Poxa amor, assim você me mata.”

Ao que eu respondi:

- “Só se for de prazer amor.”

Nisto deslizei pelo seu corpo e beijámo-nos, ela pode sentir o seu próprio gosto na minha boca e ficámos assim, abraçadas e aos beijos com a água caindo em nós…

Secámo-nos entre beijos e risos, isto porque nos tentávamos limpar uma à outra e ao mesmo tempo… Voltámos para o quarto abraçadas e aos tropeções e deitámos na cama… Estávamos ambas nuas e repousadas, completamente revigoradas e acabámos por adormecer assim, agarradinhas e felizes.

Este foi o conto final, obrigada.

Alexandra Miranda
** (06-05-2014) **

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Expurgação - Parte III

…ela subia e descia devagar e entretanto envolveu o meu rabo apertando cada uma das minhas nádegas, o nosso beijo era mais e mais intenso e eu apertava-a nos meus braços e sentia-me cada vez mais rendida. Ela separou-se do beijo e sussurrou baixinho ao meu ouvido:

- “Vira mor, se encosta na parede.”

Disse isto enquanto me ia rodando e empurrando devagar de encontro à parede e aos azulejos frios, arrepiei-me, ela aproveitou e começou a beijar as minhas costas, as suas mãos apertavam e arranhavam a parte lateral do meu corpo e ia subindo. Sentia a sua respiração enquanto me beijava, lambia e mordia… eu excitadíssima, estava a ficar louca de desejo, e ela sabia disso, envolveu os meus seios nas mãos e apertando os meus mamilos fez-me gemer e tremer com o seu corpo quente encostado no meu.
Ela apertava devagar e rodeava os meus mamilos duros, duríssimos, de excitação e prazer. A sua pélvis encostada ao meu rabo e os seus beijos nos meus ombros e pescoço quase me faziam perder as forças e toda eu tremia… uma das suas mãos largou o meu seio e veio arranhando de leve com as suas unhas, bem cortadas, o meu braço até que entrelaçou os seus dedos nos meus. Empurrou mais o seu corpo contra a parede e largou o outro seio enquanto disse baixinho ao meu ouvido (eu arrepiei-me inteira outra vez):

- “Abre bem as pernas para mim, abre…”

- “Sim amor, sim.” – disse eu gemendo e tremendo, abrindo as pernas devagar e sentindo a sua mão deslizar entre as minhas nádegas.

Eu empinei mais o rabo na sua direção e da sua mão que ia deslizando sem parar para cima e para baixo. Com a ponta do dedo foi tocando e rodando no meu cuzinho e eu estava já em êxtase, perdida em pensamentos e gemidos de prazer sem nexo…

Eu sentia que as minhas pernas iriam desabar a qualquer momento e ela foi sendo mais e mais afoita, ia tocando mais e mais em mim até envolver a minha vagina na sua mão e sem aviso fazer entrar em mim um dos seus dedos. Gemi alto, um grito abafado de encontro aos azulejos frios e ela apertou mais a minha mão na sua… saiu então de mim e senti falta do preenchimento, oh…

Ela foi deslizando os dedos pela minha rachinha encharcada, eu escorria de prazer e o seu toque estava a levar-me longe, tão longe. Sentia-me cada vez mais entregue e a cada movimento seu eu ficava mais e mais louca, toldada e inebriada de prazer. A água quente, escaldante, continuava a escorrer em nós como uma cascata termal mas isso era apenas um detalhe…

O meu clitóris era apertado entre os seus dedos, ela tocava-me com delicadeza e ao mesmo tempo firmeza. Eu gemia cada vez mais alto e sentia a sua respiração ofegante e quente na minha nuca, no meu pescoço… ela penetrou-me então, e sem aviso, com dois dedos.

- AHHHHH – gritei alto sentindo-me desfalecer! 

Ela não parou, largou a minha mão e amparou-me forçando mais o meu corpo na parede fria e com os dedos ia forçando a entrada, devagar, na minha cona encharcada de prazer e desejo sem fim. Eu amo esta menina, esta mulher…

Os seus movimentos foram aumentando, a cadência dos seus dedos em mim era cada vez mais rápida e forte. Eu sentia o meu orgasmo cada vez mais perto e ela sabendo disso pelas contrações da minha vagina meteu mais um dedo em mim. Senti-me desabar e explodi num orgasmo imenso que me fez tremer e sacudiu o meu corpo com espasmos violentos…

- AHHHHHHHHHHH… AMOOOOOR!!!!!¬ – gritei em plenos pulmões e espalmei as minhas mãos na parede amparando-me.

Ela não parou e continuava a penetrar-me, desta vez devagar, e eu ia deslizando pela parede de azulejos e tremia, toda eu tremia. Ajoelhada no chão tentava respirar no meio do denso nevoeiro e sentia os beijos da minha amada nas minhas costas e depois um sussurro baixinho ao meu ouvido:

- Calma meu amor, calma… respira devagar…  ¬– dizia ela com ternura e delicadeza.

Eu gemia baixinho e estremeci quando senti os seus dedos deslizar devagar para fora de mim. Quando saíram soltei um gemido mais alto e algo abafado. Uau… que delícia, ela é incrível e dá-me tanto mas tanto prazer.

Este conto tem continuação.

Alexandra Miranda
** (06-05-2014) **

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Expurgação - Parte II

Saímos do carro e demos as mãos, sentia-me trémula e esgotada… a noite quente e o susto deixaram-me a suar e ao que parece a ela também. As suas mãos estavam frias apesar do calor mas ao mesmo tempo húmidas como as minhas.
Subimos até ao quarto trocando carícias e beijinhos rápidos num clima dengoso. Assim que entrámos ela pulou na cama e rodou deitando-se de barriga para cima, eu ri-me e olhei para ela embevecida que olhando também me mandou um beijo. Eu corei e disse-lhe:

- “Amor, preciso de um banho quentinho…” - ela interrompeu-me rindo alto com uma expressão admirada. Então disse-me:

- “Quentinho mor?! Está tanto calor que nem o ar arrefece este quarto e você quer tomar um banho quente?”

- “Eu sei mas estou mesmo a precisar, quero lavar até a alma.” - respondi calmamente, baixinho e de uma forma carinhosa. 

Comecei a despir-me devagar e dobrando a roupa que ia tirando, ela olhava-me atentamente e eu sentia o seu olhar penetrante em mim. Senti a minha face ruborizar e fiquei até um pouco envergonhada porque estava apenas de cuequinha e sutiã. Ela riu-se alto e eu perguntei-lhe:

- “Estás a rir de quê?” - afrontada respondi em jeito de pergunta mas um pouco atrapalhada, cobri-me rapidamente e atabalhoadamente com a blusa anteriormente dobrada. 

- “Ai mô, você fica tão linda assim, encabulada e coradinha. Tá linda mesmo.”

Ela falou de uma forma tão suave e carinhosa que me passou na hora o nervosismo e a pequena irritação. Sorri para ela que me sorria também de uma forma tão delicada… então e num impulso atirei-lhe a blusa mas ela desviou-se a tempo e riu ainda mais alto, depois deitou a língua de fora e foi a minha vez de me rir.

- “Vou tomar banho amor, até já.” – disse pegando no meu pijaminha leve e fresco, caminhando em seguida para a casa de banho.

Abri a água e acabei de me despir, entrei por fim no duche, inspirei profundamente e senti-me relaxar até lembrar o momento aflitivo que passámos alguns minutos antes e assim aumentei o calor da água corrente no chuveiro e já se notava o vapor espesso que ia enchendo e envolvendo o pequeno espaço. Eu sentia o meu corpo arder e picar mas nem me importei, precisava mesmo de lavar o corpo e a alma…

…senti uma brisa fresca ao mesmo tempo em que as portas do polibã se abriram. Era ela, nua e linda, que entrando se juntava a mim. Eu, com o vapor, só vislumbrava a sua silhueta mas ela então aproximou-se e entrando para baixo da água escaldante abraçou-me com força e reclamando exclamou:

- “Poxa! Está tão quente mor!”

Eu sorri e apertei-a mais nos meus braços, o meu corpo reagiu instintivamente ao seu toque e fiquei logo arrepiada. Baixei-me um pouco e segurando no seu rosto beijei-a com volúpia e ao mesmo tempo reverência. Estava já entregue a esta menina linda e encantadora e pude sentir as suas unhas arranhar as minhas costas…

Este conto tem continuação.

Alexandra Miranda
** (06-05-2014) **

domingo, 5 de janeiro de 2014

Expurgação - Parte I

Caminhávamos de mãos dadas cruzando a escuridão, a noite quente e aquela “pequena” aventura deixou-nos a ambas afogueadas. Parámos, encostámo-nos ao carro e olhando uma para a outra começámos a rir (sim, somos completamente loucas). Puxando-a delicadamente para mim ajeitei-lhe os cabelos soltos atrás da orelha e passando delicadamente os dedos pelo seu rosto fui acariciando e contornando devagar… ela ajeitou-se na palma da minha mão, e eu fui passando delicadamente o meu polegar pelos seus lábios finos e tão lindos. Ela entreabriu a boca e tocou com a ponta da língua no meu dedo e depois começou a chupá-lo devagar, depois mordeu a pontinha e eu arrepiei-me inteira, abracei-me então a ela e apertei-a com força nos meus braços.
Quando nos soltámos do abraço estávamos as duas um pouco ofegantes e rendidas aos encantos uma da outra. Aproximámos os nossos rostos e demos então um beijo suave, sem pressas, saboreando com calma o gosto uma da outra… ela foi um pouco mais afoita e enquanto deslizava as suas mãos pelas minhas costas fez a sua língua invadir a minha boca, eu apertei-a mais e senti o meu rabo ser apertado com força e fui puxada de encontro a ela… desequilibramo-nos um pouco e ela bateu na lateral do carro, eu aproveitei esse facto e forcei mais o meu corpo de encontro ao dela e senti que aos poucos ela ia ficando molinha nos meus braços, com o joelho abri-lhe um pouco as pernas e encostei a minha coxa na sua intimidade... 
Ela gemeu e separou os seus lábios dos meus soltando um gemido alto. Eu, com isso fui beijando o seu rosto enquanto ela me arranhava as costas…

- “HEI SAPATONAS! QUE MERDA É ESSA?!”

Assustámo-nos e separámo-nos num ápice tentando perceber de onde tinha vindo tão assustador e gutural grito… sentia-mos o coração ainda mais descompassado ao ouvir os passos pesados que se aproximavam de nós… 
Abri rapidamente o carro e correndo à volta deste preparava-me para entrar quando reparei que ela nem se tinha mexido e eu já afetada pelo nervosismo berrei-lhe:

- “Porra, entra no carro… rápido!”

Eu bem sei que fui um pouco ríspida mas na verdade a voz não saiu mais que um sussurro e agora, com a aflição, percebia que tinha sido um erro estacionar num sítio tão escuro e sombrio.
Assim que ela entrou eu arranquei, com os pneus chiando no alcatrão, seguindo a alta velocidade... a viagem demorou um pouco, apesar do hotel ser relativamente perto, mas nenhuma de nós abriu a boca porque estávamos demasiado assustadas para falar.
Estacionei o carro, desliguei o motor e encostei então a cabeça no volante expirando profundamente como se durante todo o percurso não tivesse sequer inspirado um pouco de ar. O meu coração estava acelerado e a cabeça latejava ao ponto de doer.

Ela falou-me então baixinho e pude notar a sua voz embargada:

- “Desculpa amor, fiquei sem reação.”

Eu olhei na sua direção e percebi o quão assustada ela estava, isso comoveu-me e respirando fundo disse-lhe:

- “Desculpa-me também amor… fui muito bruta…”

Interrompendo-me pegou na minha na minha mão e puxou-me, eu inclinei-me para ela e olhando-me nos olhos passou a mão livre no meu rosto e acariciando-me. Eu arrepiei-me e aproximei-me mais dela, os nossos lábios tocaram-se e o beijo foi ficando mais e mais intenso. Beijá-la é maravilhoso e faz-me esquecer tudo, mesmo tudo… as nossas mãos eram agora mais afoitas e percorriam incessantemente o corpo uma da outra, os nosso beijos eram loucos e molhados, a nossa língua bailava na boca uma da outra, os nosso lábios eram chupados, mordidos e gemíamos enquanto nos apertávamos e a minha língua se entrelaçava na sua língua… afastámo-nos de repente e ofegantes sorrimos uma para a outra enquanto aguardávamos que a nossa respiração voltasse ao normal.

Este conto tem continuação.

Alexandra Miranda
** (06-05-2014) **

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

The Wind, Frozen Wind

I’m here in the park
Thinking in nothing…
Really… nothing!

The wind is passing,
Passing for me.
To me;

And, I’m sited here,
Feeling the wind,
That is refreshing my face.

It’s cold.
Is winter?

I don’t have no place to go,
I live here, there…
Or, somewhere!

Probably I’m alone,
I don’t know.
I don’t even know,
Who am I and…
What I’m doing here.

I’m just sited in the city,
In this big city,
That is my life.

My life was to complicated,
To be lived,
That’s why I died.

Yes, I’m dead now.
And, I stay here just to feel the wind.

This wind that is frozen my face,
That is frozen my soul.

Alexandra Miranda (2007)